quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Desconfiado e estridente
E toda minha alma
Sem pretensão de nobreza
Nas curvas eu vou te ver
Com tua culpa tentadora
O desejo prefiro esquecer
Deixar você quieta na tua bike
Com tua lactação de menina
Se vai muito não sei
Alameda parece escorregar
Teu segredo sempre ausente
No canto de uma cerâmica
Apenas uma foto riscada
Em cima do rosto
Voar pra ver o vestido morto
Que você vestiu
No primeiro pesadelo
Olhar quem me apresentou
Seus crimes anteriores
Espancando a cidade gritando assustada
À vontade... à vontade
Pra ficar com tua serenidade aflita
Assumir meu barco
Repousando
Com meus crimes anteriores
Por cima das águas espinhosas
>>> a Dor... lores
Esaú D’Almeida 18/08/2008
